terça-feira, 24 de novembro de 2009

Mais uma bonitinha

"Quando tomei omeprazol, como sou intolerante à lactose, toda eu era uma borbulha" (by Carol)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Joana e Sofia...somos mesmo assim...

"Já imaginaste uma raposa a passar à porta do IPO?! Parecia mesmo.." (a falar de uma senhora com um casaco de peles deveras estranho)

"O prédio cor-de-rosinha por cima do Ovo Estrelado" (só para que conste...o "Ovo Estrelado" é um café...e tem mesmo um prédio cor-de-rosa por cima...na Praça de Espanha...esta ainda me custou uma pergunta ou duas acerca de substâncias que eu eventualmente poderia estar a consumir naquela tarde)

Péssimo...

Do lugar onde eu estava na bancada não dava para ver bem, mas acho que o Di Maria ontem estava com um bad hair day, e isso afectou-o mais do que devia. Sinceramente houve ali uma parte que aquilo mais parecia um torneio de karaté... Valeu a pena pelo tributo ao Enke... E por saber que o meu primo mais novo, que até à pouco tempo só queria saber das bolas e não ligava à águia, agora já olha para ela a dizer "cão, cão, cão"... Ah, e claro para ouvir os comentários mais frustrados dos adeptos... Claro que um jogo no estádio é sempre melhor que na televisão... E sempre que vou ao estádio relembro-me da razão pela qual o meu primo mais velho diz mais asneiras nestes 90 minutos do que em qualquer outra altura da vida dele.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

As aulas até podem ser giras...

"Se tem a placenta à frente, não há porta de saída" (prof. de Saúde Materna, relativamente à posição da placenta no útero)

"Os fetos bebem a própria urina...Já todos fomos fetos...Não vamos gozar com os fetos" (by prof de Saúde Materna)

"Já todos andámos a bater com a cabeça na pélvis materna!" (by Prof de Saúde Materna, por causa do parto)

"Se está afónica...mete legendas?" (by Joana, porque a Rita não conseguia falar)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Coisas de trabalhos de grupo...

"Os chavais passam nos intervais da chuva" (by Carolina, por causa dos "intervais" ditos pelo Mário)

"Rekagui" (novo adjectivo para o Mário)

"Vá, Mário, sê flor!" (by Carolina)

"Temos de ver o link da grávida que quer engravidar" (by Susaninha)

"Tenho de tapar a antena para a rede não fugir" (by Susaninha, a falar do tlm)

"Último,q é o primeiro,pla ordem d ideias,pq o ultimo foi escrito hj e fica em primeiro" (by Joana)

Joana: "Somos rodinhas baixas,pah!"
Rita: "Gosto mais de "citadinas"...é como os automóveis smart. Rodas baixas mas muito úteis"

"Sabes aquele quadro daquele pintor...aquele que tem os relógios todos "coiso"..." (by Magda, a referir-se a uma das obras de Salvador Dalí, "A Persistência da Memória")

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Home

All of life is a coming home. Salesmen, secretaries, coal miners, beekeepers, sword swallowers, all of us. All the restless hearts of the world, all trying to find a way home. It's hard to describe what I felt like then. Picture yourself walking for days in the driving snow; you don't even know you're walking in circles. The heaviness of your legs in the drifts, your shouts disappearing into the wind. How small you can feel, and how far away home can be.
Home. The dictionary defines it as both a place of origin and a goal or destination. And the storm? The storm was all in my mind. Or as the poet Dante put it: In the middle of the journey of my life, I found myself in a dark wood, for I had lost the right path. Eventually I would find the right path, but in the most unlikely place.

Patch Adams

domingo, 11 de outubro de 2009

Encontrei no meio de um texto de Pediatria...

...e fez-me lembrar de quando sabia vários poemas dele (ou "deles") de cor...

"Um comboio de criança movido a corda, puxado a cordel,
tem mais movimento que os meus versos..."
Álvaro de Campos

sábado, 10 de outubro de 2009

Há pessoas com muita razão


“Rir… é arriscar a parecer idiota.
Chorar… é arriscar a parecer sentimental.
Dirigir-se a alguém… é arriscar envolver-se.
Expor os seus sentimentos…. é arriscar a expor o seu eu mais profundo.
Expor as suas ideias, os seus sonhos… é arriscar a perdê-los.
Amar… é arriscar a não ser amado em troca.
Viver… é arriscar a morrer.
Esperar… é arriscar a desesperar.
Experimentar… é arriscar-se a falhar.
É necessário, porém, correr riscos.
Porque o maior perigo da vida é nunca arriscar.
Aquele que não arrisca… não faz nada, não tem nada, não é nada.
Pode evitar o sofrimento e a tristeza,
mas não aprende nada, não sente nada,
não muda nada, nem se desenvolve,
não pode nem amar nem viver.
Prisioneiro das suas certezas,
torna-se escravo, abandona a sua liberdade.
Só os que arriscam, são livres!!”
                                                   Autor desconhecido

O café e o gato amarelo

Isto enquanto o blogue é novo, dá sempre vontade de escrever, mesmo quando não há muitas ideias. Sento-me ao computador e tento puxar pelos poucos neurónios que ainda não estão em coma depois de ter lido tantos textos ontem. Mas parece que os neurónios resistentes também não têm muita vontade de trabalhar. Talvez depois do café...
Por falar em café, ultimamente esta maravilhosa invenção do ser humano tem-me dado algumas dores de cabeça. Ora estou eu muito bem a trazer o café da cozinha para o quarto e o entorno para o chão, ora cai nas calças do pijama quando ainda está a ferver. No lugar onde costumo beber café aos dias de semana de manhã, ultimamente o café tem vindo aguado. Por último, o meu portátil, há uns dias atrás, ia-se afogando em café quando o meu belo gato, que tem a particularidade de só fazer o que lhe apetece, e o que lhe apetece é sempre asneira, achou por bem andar por cima da minha secretária enquanto eu estava de costas, a procurar um livro na estante. Resumindo, deitou a chávena do café abaixo, e eu tive de me apressar a resgatar o computador enquanto o meu querido gato, ao perceber que, mais uma vez, tinha feito asneira, fugia para a cozinha só para não ter de me ouvir a queixar-me.
Agora só uma pequena informação... Este meu gato (o mais novo e mais estúpido) é por nós carinhosamente chamado Amarelo... Mas ele não é amarelo, é cinzento. Esta maravilhosa e muito pouco original alcunha foi-lhe dada antes de decidirmos o nome dele. Ele foi abandonado, e quando a minha mãe foi ao veterinário com o nosso gato mais velhote, mostraram o "Amarelo" para ver se ela o queria adoptar. Então, quando chegou a casa, a minha mãe perguntou o que nós achavamos de ir buscar o novo gato, que era, segundo a descrição dela, muito parecido com o Garfield. Lá fomos nós, no dia seguinte, todos felizes no carro, eu, a minha mãe e o meu padrasto. Quando chegamos, a minha mãe perguntou pelo gato amarelo que lhe tinham dito para vir buscar, e a rapariga, muito atrapalhada, disse "não temos nenhum gato amarelo". Claro que eu e o meu padrasto olhamos imediatamente um para o outro a pensar "mais uma barraca da Dª São". A rapariga foi buscar o único gato abandonado que lá tinham, e a minha mãe confirmou que era aquele...mas era cinzento. Então pronto, ficou Amarelo só por piada... O nome dele é Tico, mas raramente é usado... Amarelo tem mais graça.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Doçes pestinhas

Acabo de receber um telefonema que prova que tenho razão quando digo que as crianças merecem o nosso amor e que acabam sempre por nos fazer sorrir (ou mesmo rir à gargalhada), mesmo depois de um dia inteiro de irritações e frustrações (muitas vezes provocadas pelas próprias crianças).
O meu primo de 4 anos (peste terrível) vai fazer anos proximamente e decidiram fazer-lhe uma festa com os colegas do infantário. Há uns dias atrás o meu primo ligou para mim a pedir para eu ir à festa. Eu até achei piada à ideia até saber que na festa vão estar mais 15 putos da idade dele, e que ele queria que eu fosse vestida de princesa. Lá disse que sim, que ia, mas claro omiti que não me ia vestir de princesa.
Mais tarde pus-me a pensar... 15 crianças em idade pré-escolar, pestinhas, irrequietas... ia ser duro. Pensei então que, em vez de ir à festa, passava por casa dele mais tarde quando tivessem menos crianças e tudo mais calmo.
Acontece que este telefonema me estragou os planos...
O meu primo acabou de anunciar que não quer que os amigos dele vão à festa...só me quer lá a mim. Se os amigos forem e eu não for, mais vale não haver festa. Não é uma pestinha fofa?! E agora não consigo dizer que não vou à festa, porque fiquei totalmente derretida. Definitivamente sou uma prima babada, e com muito gosto.
Lá vou eu mentalizar-me durante uns dias que vou passar a tarde rodeada de pestinhas na festa do meu primo... mas sem vestido de princesa.